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A Revolução Francesa, ao contrário do que se ensina nas escolas, teve na Igreja Católica seu alvo principal. Neste clássico de Crétineau-Joly, cuja pesquisa e publicação foram incentivadas pelos papas Gregório XVI e Pio IX, você compreenderá a verdadeira natureza da Revolução, seus métodos de ação de 1789 a 1848 e como ela moldou o mundo em que vivemos.
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Conheça a obra da campanha:
TOMO I
A Igreja Católica em face da Revolução
Cerca de 450 páginas
Capa dura
Crétineau-Joly expõe, sob Pio VI e Pio VII, como a Revolução Francesa passou das ideias ao ataque direto à Igreja: confisco, Constituição Civil do Clero, juramentos e o Terror, até o cativeiro e a morte de Pio VI. Em seguida, mostra a tática napoleônica – concordata, controle e coerção – culminando na anexação e prisão de Pio VII, e na afirmação de Roma como centro de unidade.
TOMO II
A Igreja Católica em face da Revolução
Cerca de 500 páginas
Capa dura
O autor acompanha a Revolução em sua continuidade pós-1815: imprensa, liberalismo e sociedades secretas que pressionam a França e desestabilizam os Estados Pontifícios. De Leão XII e Gregório XVI ao terremoto de 1848, mostra como o entusiasmo por Pio IX é capturado e vira uma revolução antipapal, reafirmando Roma como alvo.
Sobre o autor
Jacques Crétineau-Joly (1803-1875) foi um jornalista e historiador católico francês, contrarrevolucionário, com forte atuação na imprensa político-religiosa do século XIX. Em Paris, consolidou prestígio como escritor de grandes sínteses históricas e obras de combate, destacando-se a Histoire religieuse, politique et littéraire de la Compagnie de Jésus (1844-1846), em seis volumes, escrita sob auspícios da Companhia e apoiada em fontes autênticas e inéditas. Após a polêmica de Clemente XIV e os Jesuítas, publicou L'Eglise romaine en face de la Révolution (1859, 2 vols.; 2ª ed. 1863), obra que expressa sua fidelidade à Sé Romana e sua leitura da Revolução como uma ofensiva anticatólica.
Curso complementar:
Muralhas da Igreja
11 aulas
15 horas
Prof. Lucas Lancaster
Entenda a ruptura entre Roma e Constantinopla, desde o Cisma de Fócio (séc. IX) ao rompimento definitivo de 1054, sob Miguel Cerulário, e as tentativas de reunificação nos Concílios de Lyon (1274) e Florença (1439). Este curso auxiliará o leitor de O Cisma do Oriente, dando-lhe uma visão geral dos acontecimentos e uma familiaridade com os variados personagens desta trama.
Por que estudar este assunto?
A Revolução Francesa moldou o mundo em que vivemos – e moldou-o contra a Igreja Católica. Não é um tema de curiosidade histórica, mas uma chave para compreender por que tantas ideias contemporâneas parecem naturais e inevitáveis: o laicismo, o liberalismo, a hostilidade à autoridade da Igreja, a guerra cultural travada pela lei, pela imprensa e pela propaganda.
É preciso entender como a Revolução passou da filosofia à política, da crítica à perseguição, da “reforma” à descristianização, e como esse impulso continuou, mudando de máscara, de 1789 a 1848. É também fazer justiça aos que padeceram por fidelidade à Igreja – ao clero fiel, aos católicos comuns e aos papas.
Combos
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Entenda as etapas do projeto
Previsão de entrega: setembro de 2026
A Editora Barônio é o selo editorial da Escola de História da Igreja. A Escola foi fundada em 2021 e mais de 3 mil alunos já passaram por nossos cursos. Temos hoje o maior curso de História da Igreja disponível na internet, com +185 aulas já publicadas. Em 2025, iniciamos nosso trabalho editorial, a fim de publicar as obras essenciais de História da Igreja não disponíveis em português, e estamos agora em nossa 5ª publicação.










