CURSO GRATUITO • 4 AULAS • 7 A 10 DE SETEMBRO

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Qual deles a Igreja Católica construiu?

Qual deles a Igreja Católica construiu?

Qual deles a Igreja Católica construiu?

Há o Brasil que a Igreja construiu — o dos franciscanos, dos carmelitas e dos jesuítas, erguido escola por escola desde o século XVI. E há o Brasil que governa: o das leis, das instituições, do ensino. Nestas quatro aulas gratuitas, na semana da Independência, o prof. Felipe Mateus conta, pelas fontes, o que aconteceu entre um e outro.

• 4 aulas gratuitas

• 4 aulas gratuitas

• 7 a 10 de setembro, às 20h

• Prof. Felipe Matheus, com Lucas Lancaster

• Prof. Felipe Matheus, com Lucas Lancaster

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• 3 aulas gratuitas

• 7 a 10 de setembro, às 20h

• Prof. Felipe Matheus, com Lucas Lancaster

“O Brasil católico existiu.
O que ele nunca chegou a fazer foi governar.”

“O Brasil católico existiu.
O que ele nunca chegou a fazer foi governar.”

“O Brasil católico existiu. O que ele nunca chegou a fazer foi governar.”

Eles conviveram durante séculos. E quase nunca se encontraram.

Eles conviveram durante séculos. E quase nunca se encontraram.

Eles conviveram durante séculos. E quase nunca se encontraram.

O Brasil que A Igreja Construiu

Franciscanos, carmelitas e jesuítas erguendo missões, aldeamentos e colégios desde o século XVI.

Mais de 95% da população declarada católica em todos os recenseamentos até a metade do século XX.

Uma Independência feita por padres: 57 sacerdotes entre os presos de 1817, 89 na vereança paulista de 1821, 18 na Assembleia Constituinte.

Bispos, seminários, ordens religiosas, missões.

O Brasil que Governou

Os colégios da Companhia fechados por Pombal e os jesuítas expulsos, em 1759.

Leigas as escolas, leigo o ensino, civil o casamento.

Uma Independência conduzida dentro das lojas maçônicas, por um imperador grão-mestre do Grande Oriente.

Bispos presos por ordem do próprio Império.

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Dois países, o mesmo nome, o mesmo século.

Em 1916, quando quase toda a população brasileira ainda se declarava católica, um bispo escreveu a frase que mede a distância entre eles:

“Na verdade, os católicos, somos a maioria do Brasil, e no entanto, católicos não são os princípios e os órgãos da nossa vida política. Não é católica a lei que nos rege.”

Dom Sebastião Leme, arcebispo de Olinda, 1916

Não foram os evangélicos. Não foi a agenda dos costumes. Não foram os anos 70.

Foi muito antes — e a conta é de séculos.

Quatro momentos em que os dois Brasis se separaram

Quatro momentos em que os dois Brasis se separaram

Em cada aula, o que se construía de um lado e o que foi erguido no lugar, do outro.

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aula i

aula i

O Brasil que os jesuítas construíram e Pombal destruiu

A educação dos jesuítas e o país que ela estava formando. E então Pombal: a expulsão, a perseguição, e o Pe. Gabriel Malagrida, jesuíta martirizado em Portugal.

Segunda-feira, 07/09, às 20h

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aula II

aula II

A Independência não foi católica?

A Independência do Brasil foi, em larguíssima medida, obra do clero. E foi vestida por quem não era da Igreja.

Terça-feira, 08/09, às 20h

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aula III

aula III

O Império que traiu a Igreja

A monarquia é, em geral, o melhor regime para a Igreja. O Império do Brasil foi outra coisa: o regalismo pôs os bispos sob o Estado e chegou a prendê-los. E a Princesa Isabel, profundamente católica e odiada pelos maçons, nunca chegou a reinar.

Quarta-feira, 09/09, às 20h

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aula IV

aula IV

A República e o Brasil que temos

O retrato que os bispos brasileiros fizeram do país no centenário da Independência — e como o liberalismo formou as instituições que herdamos.

Quinta-feira, 10/09, às 20h

Rigor histórico do começo ao fim

Rigor histórico do começo ao fim

Nada aqui é opinião. Cada afirmação se apoia em fontes:

• O Clero e a Independência do Brasil, de Dom Duarte Leopoldo e Silva, arcebispo de São Paulo — escrito para o primeiro centenário e republicado agora pela Editora Barônio.

• A Carta Pastoral de Dom Sebastião Leme, de 1916, onde está o diagnóstico mais duro já feito por um bispo sobre a vida pública brasileira.

• A Carta Pastoral Coletiva do Episcopado Brasileiro de 1922, escrita para o centenário da Independência.

• Oliveira Lima, Rocha Pombo, Varnhagen, Monsenhor Muniz Tavares, Pe. Dias Martins.

Os Professores

Os Professores

Prof. Felipe Matheus

Felipe Matheus estudou História na UFPB e é fundador e editor-chefe da Gazeta Parahyba, portal dedicado à história eclesiástica brasileira. Presidente da Associação de Historiadores Católicos do Brasil, dedica-se há anos à pesquisa da história da Igreja no Brasil.

Prof. Felipe Matheus

Lucas Lancaster é mestre em direito e bacharel em história, escritor, católico e criador da Escola de História da Igreja. É autor dos livros “São Luís, o Rei da Coroa de Espinhos” e “Santo Atanásio e a Crise Ariana”. Acompanha o professor nas quatro aulas.

A Escola

Fundada pelo prof. Lucas Lancaster em 2021, a Escola de História da Igreja nasceu do desejo de devolver aos católicos os tesouros da nossa história que lhes são ocultados. Mais de 3.000 alunos já passaram por nossos cursos.

Como acompanhar

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